A chuva caindo lá fora, o vento,
ferozmente ,balança as folhas das arvores informando sua real potencia!
Na janela, com olhar fixo, ela
embaça a vidraça com sua respiração ofegante, enquanto as lagrimas acariciam
seu rosto.
Sua vontade, seu desejo é ir alem da
porta, abrir os braços, rodopiar e sentir cada gota molhando seu ser, levando
embora toda a dor causada por terceiros.
E quando finalmente cria coragem,
sai da frente da janela e coloca uma das mãos sobre a maçaneta escuta uma voz
ao longe:
- Não saia, você pode se resfriar.
Ela então volta para olhar.....O
NADA, o sonho, a vida, talhada por palavras, retalhada por atitudes, remendada
pela esperança. Esperança. Esperar. Repensar. Viver? Sumir?
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