segunda-feira, 9 de julho de 2012

Vilipendiada


A chuva caindo lá fora, o vento, ferozmente ,balança as folhas das arvores informando sua real potencia!
Na janela, com olhar fixo, ela embaça a vidraça com sua respiração ofegante, enquanto as lagrimas acariciam seu rosto.
Sua vontade, seu desejo é ir alem da porta, abrir os braços, rodopiar e sentir cada gota molhando seu ser, levando embora toda a dor causada por terceiros.
E quando finalmente cria coragem, sai da frente da janela e coloca uma das mãos sobre a maçaneta escuta uma voz ao longe:
- Não saia, você pode se resfriar.
Ela então volta para olhar.....O NADA, o sonho, a vida, talhada por palavras, retalhada por atitudes, remendada pela esperança. Esperança. Esperar. Repensar. Viver? Sumir? 

Nenhum comentário:

Postar um comentário