A dor era constante, relia relia e se sentia culpada. Culpada pelas frustrações alheias, por tudo que ouviu ontem, por não existir mais o encanto primitivo, por ter que ser igual.
Nada fazia sentido, a unica certeza era que as coisas mudaram.
Enquanto o vento uivava e, balançava as folhas que vez ou outra caiam, carregava os pensamentos que se misturavam a elas na terra ressequida e batiam ocos.
Culpada! Essa é a sentença. Presa. Enclausurada dentro dela. Limitada.
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